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Entregamos para todo Brasil

Dj Black Josie

A atuação da Black Josie tem referências diversificadas. Em março de 2012, a DJ esteve em Besaçon, na França, para participar do festival Femmes du Bresil, realizado pela Associação Cultural Francesa Ritmo da Capoeira. Ela também passou pelo pub La Casa Loca em Hagueneau, também na França, e, a convite da Tagus Atlanticus Associação Cultural, pelo Clube Ferroviário em Lisboa, Portugal. Sua primeira experiência internacional, com turnê na Europa em 2010, inclui ainda clubes como Divan du Monde e Les Enfants de Paris, na capital francesa; The Great Rang Teng Teng em Freiburg, Alemanha, e também pela Casa da América Latina e pelo Museu Nacional da Música de Lisboa, em Portugal ( Oficina Música e Tecnologia - Técnica de manipulação de sons para performance ao vivo).

Em Belo Horizonte, Josie agitou a pista de festas de eventos como o Festival de Arte Negra, Festival Mundial de Circo, Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, Virada Cultural-BH, Festival Azeda, Batekoo BH, Carnaval BH 2020 - Intervalos dos desfiles das escolas de samba., Kandandu - Encontro de Blocos Afros de Belo Horizonte. e de diversos Bares e pubs, destaque para : Obra, Paco Pigalle, Major Lock, Gruta, Ziriguidun, Estação Santê, , Café com Letras, MeetMe. Foi Dj residente no pub de culinária mexicana Los Mariachis, durante quatro anos e atualmente é residente do pub The Mexican. Dj residente do projetos : Coletivo Djeias e Mostra Afro Barreiro Alforriado Matias. Participou do projeto Valores de Minas como professora do Módulo II , ministrando oficina de dj .Faz parte da equipe de professores do projeto : Oficina Feminina de Rap , que realiza oficinas gratuitas em Centros Culturais da cidade. É integrante do Corpo Docente da “Escola Livre de Artes- Arena da Cultura” - Área de Bastidores das Artes. Foi artista convidada para abertura e lançamento do Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte - Abertura do show de Jorge Ben Jor.

Em 2016 participou da 1ª Mostra Mulher Negra, realizada pelo Casarão das Artes, no teatro Francisco Nunes, onde dividiu atuou como DJ e pianista, em show com a cantora Luisa Da Iola e a multiartista Zaika dos Santos. Fez parte da equipe de curadoria do “ FAN” Festival de Arte Negra- 2107 , realização da Fundação Municipal de Cultura-BH. Em 2019, fez parte da curadoria da exposição “Maracatu do Chico Rei” , no Centro de Referência da Cultura Popular, Parque Lagoa do Nado. Assina a produção musical e programação eletrônica do disco “ Cura “- Elisa de Sena. Em 2021 fez parte da equipe de curadoria da “Mostra Mineira de Dj’s ”

DO ERUDITO AO POPULAR

Black Josie iniciou sua trajetória em 2004, a partir de pesquisa sobre a Música Preta Brasileira (termo utilizado pela cantora Sandra de Sá para se referir à black music brasileira). A DJ é, na verdade, uma das vertentes artísticas da musicista, preparadora vocal, produtora musical e relações públicas Luciana Gomes. Estudiosa da música antiga, a pesquisadora é idealizadora e cravista do grupo de estudos de música histórica Cameratta Lusittana. Entre 2004 e 2007, foi coordenadora geral, curadora e diretora artística dos projetos “ Mostra de Música Colonial Brasileira e Latino-Americana ” e “Concertos de Música Antiga do Brasil no Circuito da Estrada Real”. Em Belo Horizonte, atuou como solista e coralista em grupos como Madrigale, Coro Estável da UFMG e Coro do Teatro Sesiminas. Em 2019 a Cameratta Lusittana participou da programação do Mês da Língua Portuguesa, Sesc Palladium,, com o concerto “ Marília de Dirceu ”.

Foi preparadora vocal do coro de meninos cantores Mater Ecclesiae e participou da banca de admissão de cantores do Coro Infantil da Fundação Clóvis Salgado. Desenvolveu parcerias com diversos profissionais e grupos, como o Armonico Tributo (São Paulo) e Deprofundis (Uruguai). É cravista da Orquestra Música Minas Barroca, especializada em execução com réplicas de instrumentos do século XVII e XVIII.

ARTES CÊNICAS

No teatro, atuou como diretora musical do espetáculo “Sarau Marília de Dirceu”, dirigido por Cida Falabella; e “Pedras e Flores de Cora Coralina”, com a atriz Thelma Reston e direção de Jaqueline Laurance. Realizou trilhas sonoras para as peças “ Anjo Aleijadinho” (direção de Dayse Belico/Grupo Matraca/MG), “ D. João e a Invenção do Brasil “ (Direção Lelo Silva, Cia Catibrum de Bonecos) e do Oficinão Galpão Cine Horto 2011 ( Direção Amaury Borges ). Em 2016 fez a trilha sonora da cena curta “ #MulherNotaMil ” direção Lira Ribas; cena finalista do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto. Em 2017 volta a produzir trilha e ambientação sonora para o Grupo Matraca no espetáculo “ Osquilibum” , estréia em janeiro 2018.

INICIAÇÃO ARTÍSTICA

Luciana Gomes estudou canto, teoria e solfejo no Curso de Formação da Escola de Música da UFMG. Nesta mesma instituição iniciou seus estudos de cravo (matéria ministrada pela organista Elisa Freixo). Dedicou seus estudos à interpretação da música vocal dos séculos XVI ao XVIII e participou ativamente (como solista e em madrigais) dos mais importantes Encontros e Cursos de Música Antiga do Brasil. Participou de cursos com especialistas atuantes no Brasil e no exterior. Destacam-se Homero Magalhães Filho (França); Edmundo Hora (Brasil); Luís Alves (Suíça); Cristina Banegas (Uruguai); Jerrome Correa (França); Marius Van Altena (Holanda); Júlia Gooding (Inglaterra); Nicolau Figueredo (Suíça) e Graciela Oddone (Argentina). É graduada em Relações Públicas.

Luciana Cândida Gomes ( Black Josie ) End. R. Efigênio Francisco Faustino 41

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